Elevadores el?(C)tricos são sistemas críticos em edifícios residenciais, comerciais e industriais; sua correta especificação, [empty] instalação e manutenção impactam diretamente a segurança de pessoas, a continuidade das operações e a conformidade regulatória. A integração entre a instalação el?(C)trica do edifício, o sistema de comando do elevador e os dispositivos de proteção determina riscos como incêndios el?(C)tricos, quedas de serviço, multas por irregularidades junto ao CREA e reprovações em vistorias do Corpo de Bombeiros. Este artigo t?(C)cnico aborda, em profundidade, os aspectos el?(C)tricos que gestores de obras, Descubra Aqui síndicos, empresários e responsáveis por manutenção predial precisam controlar para entregar e manter elevadores el?(C)tricos confiáveis, econômicos e conformes.
Antes da primeira seção, uma nota t?(C)cnica: o tratamento do tema parte da premissa de instalações de baixa tensão, onde se aplicam diretamente a NBR 5410 para instalações el?(C)tricas de baixa tensão e a NBR 5419 para proteção contra descargas atmosf?(C)ricas quando pertinente. Al?(C)m disso, recomenda-se integrar equipe de projeto, instalação e manutenção com registro de ART no CREA e planos de manutenção com evidências documentais.
Arquitetura el?(C)trica e infraestrutura necessária para elevadores el?(C)tricos
Transição t?(C)cnica: definir a arquitetura el?(C)trica adequada evita sobrecargas, quedas de tensão no atendimento, interferência eletromagn?(C)tica e falhas de comando — problemas que se traduzem em paralisações e riscos à vida. Abaixo, a engenharia el?(C)trica aplicada ao arranjo de alimentação, pain?(C)is, proteção e aterramento.
Arranjo de alimentação e alimentação dedicada
Elevadores exigem circuito e quadro el?(C)trico dedicados para isolar perturbações e facilitar proteções seletivas. A alimentação deve ser prevista a partir do quadro geral do edifício por meio de um circuito exclusivo com condutores dimensionados considerando:
- Potência contínua do motor de tração e potência de pico na partida (inrush) para motores assíncronos com soft-starter ou motores síncronos/assíncronos acionados por VVVF (inversor).
- Fator de demanda: aplicar coeficientes conforme especificação do fabricante e cálculo de demanda do quadro.
- Temperatura ambiente e agrupamento de cabos, conforme crit?(C)rios de correção de corrente da NBR 5410.
Benefício prático: circuito exclusivo reduz risco de disparos intempestivos de proteção e evita queda de elevador por empresa de engenharia el?(C)trica de engenharia eletrica flutuações causadas por cargas gerais do edifício.
Quadro de comando e proteção local
O quadro do elevador deve conter dispositivo de proteção contra sobrecorrente (MCCB), seccionamento com trinco para trabalho, proteção contra faltas à terra quando indicada e sistemas de controle (CLP / placa controladora). Recomendações:
- Dispositivo diferencial residual (DR/RCD) somente quando especificado por fabricante e análise de sensibilidade, pois curvas mal aplicadas podem causar atuações indevidas; quando utilizado, dimensionar sensibilidade para evitar risco à vida e interferências no comando do inversor.
- Proteção contra surtos e sobretensões transientes no quadro, coordenação com o SPDA conforme NBR 5419 quando pr?(C)dio possuir proteção contra descargas atmosf?(C)ricas.
- Seletividade entre as proteções do quadro geral e do quadro de elevador para manutenção e menor área afetada por uma falta.
Benefícios: reduz tempo de reparo, aumenta a disponibilidade do equipamento e facilita manutenção segura com seccionadores claramente identificados.